O conto dessa semana se chama
Despertar. Funciona da mesma maneira, vou postar a parte inicial aqui, e o conto na íntegra, você pode ler abrindo o link abaixo.
Esse conto eu já aviso: é um pouco mais pesado. Eu me refiro ao palavriado e às descrições. É mais sexual-descritivo, e também uso mais palavras de baixo calão. Não é do meu feitio, mas é como fluiu a escrita, e foi necessário para o contexto do conto. Sem mais delongas, o Despertar:
Tão bom. Tão
relaxante. Esse sono, esse repouso da carne, para o espírito se libertar e
vagar pelo Material entre os mortais que não repousam então. Necessário,
prazeroso, até inquieto. Tantas variações. Mas este. Ah, esse está tão bom, tão
tranquilo. Posso voltar ao Delta? Infelizmente, nem adianta tentar.
Esse prazer
noturno, profundo, que nos faz esquecer todos os problemas ou todas as felicidades
por algumas horas, não é facilmente alcançado. Muitos nunca o sentem, graças às
perturbações diurnas ou ainda sombras que perscrutam suas mentes em cantos que
nem adivinham. Mas eu nunca tive esse problema. Desde pequenino, apago. Durmo
mesmo. Como a uma pedra, de acordo com minha mãe. É bom demais. Pena que nem
todo mundo pensa assim. Alguns até não gostam. Dizem que eh perda de tempo.
Onde já se viu, perda de tempo. Tsc.
Poucas coisas são melhores e mais revigorantes
que uma bela noite de sono. Certeza que meus dias no escritório só são tão
produtivos e eficientes graças, em parte, à noites de sono. E aos estudos,
claro. Estudar Direito numa das melhores Universidades do país e do mundo valeu
e muito a pena. Hoje posso desfrutar dessa noite tão calma e relaxante. Hoje.
Que é hoje mesmo? [...]
Continua no
arquivo.
ENJOY!